Primeiras palavras...

Essa exposição que vivemos nos transforma em pequenos astros numa rede tão imensa.

Queria escrever desde pequena, e sempre o fiz de certa forma.
Primeiro poemas e os traço até hoje.
Depois idéias, seguidas de momentos de loucura, caminhando pela tristeza, desamor.
Hoje são pensamentos que precisam ser materializados, palavras que não ficam tão bem articuladas se ditas.


Pra começar uma homenagem à eterna amada de quem escreve: A CANETA!

Divina Caneta
Adoro quando te pego Ó tu caneta!
Que me transporta para outros mundos
Ora belos, ora tristes
Mas outros mundos.
Tu és para mim a nave
que me transporta para fora
e para o âmago de mim mesma.

Minhas alegrias,
Minhas dores
São compartilhadas contigo
Ó amada amiga
de qualquer momento.

Veículo de expressão,
Válvula de escape,
Pincel dedicado.

Te entrega com tal desvelo
que a cada linha trazes
a beleza da próxima.

Tu guardas todos os meus momentos
confidente leal.
Não te recusas nunca,
Não criticas nunca,
Não reclamas de abuso excessivo,
Não delata meus erros ortográficos.

Para ti só importa a tinta e a linha escrita.

Sabe-se eterna por sua obra de entrega.
Obrigada a ti Divina Caneta!

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