Vida e Morte

Mãe, Mãe de todas as Nações!

Traga tuas cores, na paz do amor que mora em ti.
Cadencialmente desperta o ardor de nossos corações adormecidos
para que seu calor nos desperte de nossa morte anunciada.

Nos levante de nosso túmulo moral e nos ilumina com a benção da vida.
Desde o dia de o nascer, nossa morte é anunciada.
A cada força de tempo, sobrevivemos a nós mesmos.

Todos os dias travamos a dança da morte para descobrir a vida.
Nascendo e morrendo todos os dias. Renascendo todos os dias.

O primitivo e o divino coabitam em nós.
Nos levam dos céus às profundezas, e destas aos céus de segundo para segundo.

Temos que escolher entre vida e morte, alívio e dor.
Esse é o caminho que nos leva aos céus.
Aos céus de nós mesmos, seres de luz e trevas.
Onde caminhamos, deixamos nossas amargas marcas.
A luz há de permanecer, mas não podemos reconhecê-la sem integrar a escuridão.
Ressucitemos então.

Comentários

tatinha disse…
Oie, tudo bem?
Adorei o jeito que vc escreve, tá salvo nos meus favoritos.
Parabéns.
Eu também escrevo, mas acho que é pra não fazer análise, já que é muito caro,rsrsrs....

Bjos, até mais!

Ahhh, meu blog: http://variasfacesdemim.zip.net/