Postado por : Monik Ornellas

Tem umas duas semanas que estou numa ausência total de criatividade. E eu trabalho escrevendo textos, cursos, artigos, quando não, minhas próprias reflexões.

O fato é que depois do post do Projeto Autenticidade tudo parou de rodar aqui dentro, a engrenagem enganchou e entrei num processo de profundo medo.

Medo de dar certo, medo de dar errado, medo por nada, medo por tudo!



Eu tenho sempre guardado um tacape para medo, desde a época do Xamanismo. Medo para mim só serve para ser transcendido! Mas tenho que reconhecer que essa vala foi pauleira e ainda tem resquício.

É bem interessante que um pouco antes, eu resolvi dar a cara à tapa criando posts mais autênticos, ou melhor, mais pessoais, colocando meus processos para fora. Afinal estou sempre falando de processos e quebrar a barreira da proteção é também um grande processo para mim.

Nada mais natural, já que estamos aqui todos no mesmo barco, chorando, gritando, rindo e, de preferência, CRESCENDO, pois não consigo ver razão para esse bando de emoção se não houver crescimento por trás delas. E isso não é super analisar a emoção, é senti-la com tal profundidade ao ponto de chegar no cerne dela. É cavá-la, é destrinchá-la para renascer melhor, mais inteira.

O interessante da história, é que um pouco antes de cair nessa lama medrosa, eu tinha pedido mais prática, mais experiências para minhas teorias... pedi e recebi, na hora! Na lata!

Juntando os Processos no tempero da vala
Há um tempo eu escolhi trabalhar com paixão, só fazendo o que me dá prazer: escrever e ensinar. E assim, a partir dessa paixão meu universo fluiria em reflexo às minhas escolhas. Ponto! O fato é que esse início é pank! Ponto!

Mesmo me auto observando horrores, entrei na vibe de criar por que tenho que criar, gerar volume, logo, se não crio, não existo. Isso não é paixão e também não tem nada a ver com fluxo.

Resultado: tentei entrar num fluxo, mas eu mesma coloquei as barricadas. :/

Em contrapartida, novas experiências começaram a entrar na minha vida, como novos amigos e relacionamentos, o que faz com que antigos fantasmas adormecidos resolvam dar um “Olá!”. Que salada!

Trabalho e vida pessoal temperadas com medo... o nome disso pode ser ‘pré-salto’? (Entenda-se por salto, quando você tem uma grande sacada e se move para um novo nível).

 E pra finalizar, vou jogar em letras cibernéticas uma frase que não sai da minha cabeça:

“Toda experiência é boa”

A consciência de cada limite que o medo me impõe, me leva a criar novas fórmulas de avançar, e com isso, transcender a mim mesma a cada momento.

Que assim seja, pois a criatividade me espera!

2 Responses so far.

  1. É isso aí, Monique! Sentir, implica em esgotar alguns sentimentos, exorcizá-los, para se librar deles e então, crescer, mudar de nível, transcender e evoluir. Acho que o exercíco de escrever é uma das coisas mais eficientes nesse sentido. Escrever é uma forma de se psicanalizar!
    Não interropa, nem tampouco retorne esse proceso tão bonito e exclusivo aos que têm coragem e humildade, como você (afinal, se colocar em reforma tb. é um exercício de humildade).
    Força e muito beijos!!!!

  2. Valeu Raquel!

    Mas vc sabe, em alguns processos meus eu não consigo nem escrever, rola um tolhimento geral de expressão.

    Muuuuuuuito obrigada pela visita.
    Beijão!

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