Postado por : Monik Ornellas

Enfim, é o fim de ano e o início de muitas promessas.
A principal das promessas que ouço é a de Mudança: “O ano que vem tudo será diferente!

Você é a Mudança!
Há um ditado mais do que certo que se aplica não só a 2011,
como a todos os anos passados e futuros:
“ Não deixe para amanhã, aquilo que pode fazer hoje”, 
 eu acrescentaria o ‘deve’ no lugar do ‘pode’.

Muitas pessoas querem mudar, e se propõem a fazer graaaandes mudanças, eu já acho, que a real mudança acontece pelas pequenas. Pensando bem, é uma baita ilusão acreditar em ‘pequena mudança’, por que todas as coisas são encadeadas umas nas outras, logo, uma pequena mudança puxa outra pequena mudança, que esbarra em outra e assim vai. Por isso, para mim (que fique bem claro!), pouco importam as grandes mudanças, pois na verdade elas são um balaio de milhões de pequeninas mudanças.

É como emagrecer, você quer se desfazer de 5 quilos, mas eles são compostos de gramas. Mas ninguém deseja emagrecer 100 gramas! Há um desdém nisso: “100 gramas? Passei tanta fome para perder 100 gramas?!”.

Existe um conceito muito importante que aprendi recentemente: se você não dá valor às pequenas coisas, sejam 100 gramas, 10 centavos, um beijo de estalinho, um olhar roubado, uma brisa inesperada, uma paisagem que se perde entre prédios, você perde o grande prazer da caminhada, por que o prazer não está no ato de subir na balança e conferir – 5 quilos, mas em tudo que aprendeu para chegar até lá. Muito provavelmente, é o que você aprendeu enquanto emagrecia que irá manter seu peso depois do objetivo alcançado, se não aprendeu nada, é quase certo que esses -5 se transformem em +10.

O que acontece é que esse papo de “caminhada” é uma bobageira para muita gente e é essa mesma gente que prega para si as graaaaaandes mudanças, resumo: podem vir os próximos 5 anos e as promessas de mudanças serão as mesmas.

A mudança acontece quando estamos com o alerta ligado 24 horas por dia.

E normalmente ela vem assim (pequenos atos, prestenção!):

“Sexta á noite, calor no Rio de Janeiro e bate aquela vontade de sair. Seu telefone toca e é aquele gatinho que você já pega um tempo te chamando pra dar uma volta (daquelas voltas que você já sabe onde termina)”.

É nesse momento que você escolhe entre sua carência e a oportunidade de mudança, mas sem aqueles papos escrotos de “ele não me merece”, “ele não me dá valor”, “vou dizer não para sentir o que está perdendo”... NÃOOO!!! É uma escolha sua, tipo: já experimentei esse tipo de relacionamento e não me senti feliz com ele, logo, não me serve. Entre me sentir carente e ter aquela sensação de “bad trip” no final com direito a piração na auto estima, prefiro ficar comigo e criar uma noite agradável com tudo aquilo que gosto e me faz feliz. (Nota importante: se você não é capaz de criar uma noite agradável para si mesma e nem sabe o que te faz feliz, coloque como item 1++++ importante na sua lista de mudanças).

Não importa a forma da forma, sua beleza é única!

Pronto, pequena escolha feita. Não pelo outro, ou pela atitude ou falta de atitude dele, mas por você.

Outra pequena escolha: “Dia tosco, tudo dando errado, calor na cachola e não mais que derepente você se depara com uma delicatessen e aquela torta feita pelas mãos dos deuses te diz “Oi, venha me comer, eu sou tão gostosa, vou adoçar seu dia!”. É nesse momento que você respira fundo e procura sentir se você realmente tem fome daquele doce ou se está se sentindo tão vazia internamente que quem sabe, ela pode te preencher? (Ilusão!). É também nesse momento que procura se lembrar da sua sensação de culpa caso você se entupa de doce e se pergunta se deseja senti-la novamente.

Estou apaixonada e
 viciada no Cupcake de morango!
Existem duas escolhas aí: Se não resistir à torta, coma de olhos fechados, gemendo de prazer e agradecendo por cada pedaço de céu degustado, sem culpa nem antes, nem durante e muito menos depois! Caso decida não fazê-lo, comece a buscar uma outra forma de prazer (de preferência menos calórica) afim de se sentir preenchida. Existem milhões de possibilidades!

Enfim, quis dar esses exemplos por que eles são muito comuns – principalmente entre as mulheres -, porém, são totalmente administráveis se nos colocamos em alerta e desenvolvemos o mínimo de amor e compaixão por nós mesmos.

Não tá gostando? Compre as pequenas mudanças para você, faça trabalho de formiguinha.



Durante essas duas semanas estarei colocando na Comunidade do Consciência na Realidade no Facebook diversas e pequenas ferramentas que podemos usar para nos auxiliar nas ‘pequenas mudanças’ que se transformarão nas grandes.

Quais as pequenas mudanças que você gostaria de empreender e acha que elas trariam grandes resultados?

Beijos!




(Não esqueça de confirmar a solicitação em seu e-mail)

4 Responses so far.

  1. Rafael says:

    Oi. Comecei a ler seu blog hj e estou gostando muito das manterias. Vo continuar lendo..
    Att
    Rafael Vieira

  2. Valeu Rafael! Volte sempre!
    Abração!

  3. Patricia says:

    Amei seu blog.. parabens..realista

  4. Este comentário foi removido pelo autor.

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