Postado por : Monik Ornellas

Sou uma cinéfila. Tenho paixão por assistir filmes felizes, comédias, romances, filmes de super heróis, alguns de vampiros e qualquer estória na tela que me proporcione reflexões. Principalmente boas reflexões.

Adoro esse macacão, a raiva e o egoísmo dele beiram a burrice.
Espelho de muitos homens que andam por aí.

Ao contrário das outras pessoas não vejo os filmes com a idéia de que são “histórias fictícias”, pra mim, os filmes são canalizações do inconsciente coletivo. Eles me falam sobre valores, conceitos e desejos que estão no inconsciente de cada um de nós. Sempre faço escolhas de forma intuitiva, do tipo, "sobre o que seria legal refletir agora?".

Linda e Fatal: remonta os primódios do feminino aqui na Terra.

É interessante que muitas pessoas criaram uma denominação pejorativa sobre algums gêneros de filmes, como: “ah, é só mais uma comédia romântica”, “ficção científica é tudo mentira”, “pô, que filme mentiroso, o cara não morre nunca”.... é um filme! É para ser assim! O objetivo é sempre nos tirar da vida medíocre e, por pelos menos 2 horas, nos fazer sonhar, viajar, relaxar e pirar no cabeção!

Filme p/ assistir umas 150 vezes: Prazer nas pequenas coisas, sem idade para ser feliz.

Fora esses três itens que um filme me proporciona: sonhar, viajar e relaxar, vejo mensagens em cada um deles e não me importa se é uma comédia romântica ou um filme épico, eu simplesmente adoro refletir e sentir sobre os valores e as questões que eles expõem.

Como a falta de amor próprio leva à relações de co-dependência.

Agora, estão fora da minha lista: filmes de guerra, terror, drama peguento ou desgracentos, como: Jogos Mortais, A maldição mal amaldiçoada que amaldiçoa os amaldiçoados, O Retorno dos Vivos que já morreram, entre outros, tô fora! Simplesmente não me acrescenta nada, a não ser uma visão triste e degradante da vida. Tudo é uma questão de escolha.

Filme, série, internet e televisão são alimentos. Alimento da mente. 
Se você pode escolher entre uma cenoura ou um hambúrguer, 
por que não escolher entre rir ou sangrar?

Eu normalmente vejo mensagens maravilhosas em filmes que muitas pessoas metem o pau, mas é só questão de mudar o ângulo de visão e perceber outras nuances. Tipo, amo Sexy in The City, não só pelas contestações e aberturas femininas, mas pelo desejo e a vivência do glamour e da riqueza sem sofrimento ou culpa. Em momento algum elas nos passam fardo ou medo por serem ou viverem a vida da forma que escolhem, e acredito que seja por essa mensagem implícita que ele seja tão famoso.

Glamour sem culpa, do tipo: Eu mereço essa vida!

Outro que parece bobinho, mas tem altas reflexões sobre valores pessoais x dinheiro x consumo é  “Os Delírios de Consumo de Becky Bloom”. Esse filme expõe a questão da identidade e a necessidade de aceitação por trás do consumo, muito mais do que “O Diabo veste Prada” que fala sobre espelho social, escolhas e impecabilidade nas relações.


O que está no Ar
Tenho notado uma tendência de obras que estão focando “o diferente”. Só para enumerar: “Glee”, “Green Gardens”, “Tudo sobre Steve” entre muitos outros filmes que tenho visto.

Auto aceitação de todas as suas esquisitices.

Há na humanidade nesse momento, um desejo ardente de auto aceitação e vejo isso nitidamente nessas obras cinematográficas, onde a mensagem é: não vale a pena ser ‘diferente’ de quem você realmente é.

Adoro os filmes como ferramentas que nos ajudam a soltar o cinto das obrigações e deixar a mente voar em mundos que já construímos, mas, que só acreditamos poder existir em telas cinematográficas.

Estou afim de fazer uma sessão aqui no Bitola só para as resenhas das reflexões dos filmes, quais mensagens, valores implícitos e conceitos contestados. Vamos ver...

Abraços!

3 Responses so far.

  1. Anônimo says:

    Idéia da seção aprovada! Vou amar um espaço para discutir sobre as mensagens dos filmes!!!

    Valeu Nik, mais uma vez mandou MUITO bem no texto.

    Acho que meus elogios estão virando até "lugar comum". Risos. Beijos

    Patricia

  2. Eu que agradeço Pati vc sempre me dando um feedback. Obrigada!

  3. Nossa muito bom, estou amando o que vc escreve...me identifico muito..Vamos sim falar sobre filmes..obre resiliência, histórias de superação...etc..como Pianista...entre outros...

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